Não quero mais sonhar. Não quero mais viver partes de uma vida que não é mais a minha. Acordar dói muito, machuca, entristece, magoa.
Não quero mais vôos eletrizantes se as aterrisagens serão tão duras...
Quero viver a minha realidade. Sou uma garota incrível e mereço uma realidade fantástica. Eu mereço.
Chega de sonhos bobos. Chega, Joanna,por favor. Só quero sonhar o que for pra valer, o que for realmente acontecer. Com isso eu posso lidar.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Hoje começa...
Esse ano vou seguir uma única voz: a do meu coração.
Vou deixar o recionalismo e seguir minha intuição.
Vou me alinhar ao TAO.
Minhas energias serão concentradas no equilíbrio de mim mesma, no resgate da minha paz interior, no fazer o meu bem.
Entrarei em contato com meus valores, princípios, preceitos e farei somente o que achar certo, justo e correto.
Vou deitar e dormir tanquila, sem pensar nos erros do passado mas sim agradecendo mais um dia de aprendizado.
Vou aquietar a minha mente e não deixar que ela fique tagarelando coisas sem importância.
Vou deixar a vida e o universo me conduzirem e conduzirem minhas ações. Serei dona de mim mesma. Vou me aperceber das coisas importantes que me cercam.
Vou me desapegar de sonhos velhos, de sentimentos antigos, de coisas que não me servem mais.Meu foco sou eu.
Vou lembrar a todo instante que tudo é muito maior do que qualquer dor ou sofrimento que possa estar atravessando.
Vou amar, trabalhar e cultivar amigos como quem referencia a vida.
Estou onde eu me coloco. E nesse momento estou no centro do universo!
Beijos na alma!
Vou deixar o recionalismo e seguir minha intuição.
Vou me alinhar ao TAO.
Minhas energias serão concentradas no equilíbrio de mim mesma, no resgate da minha paz interior, no fazer o meu bem.
Entrarei em contato com meus valores, princípios, preceitos e farei somente o que achar certo, justo e correto.
Vou deitar e dormir tanquila, sem pensar nos erros do passado mas sim agradecendo mais um dia de aprendizado.
Vou aquietar a minha mente e não deixar que ela fique tagarelando coisas sem importância.
Vou deixar a vida e o universo me conduzirem e conduzirem minhas ações. Serei dona de mim mesma. Vou me aperceber das coisas importantes que me cercam.
Vou me desapegar de sonhos velhos, de sentimentos antigos, de coisas que não me servem mais.Meu foco sou eu.
Vou lembrar a todo instante que tudo é muito maior do que qualquer dor ou sofrimento que possa estar atravessando.
Vou amar, trabalhar e cultivar amigos como quem referencia a vida.
Estou onde eu me coloco. E nesse momento estou no centro do universo!
Beijos na alma!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Dia de nós dois...
Vem, me dê a mão!
Vamos nos sentar na calçada,
contar histórias sem nexo,
cantar músicas tresloucadas
Vem, me leva pela madrugada dos teus olhos
conte seus sonhos inconfessáveis
vamos rir alto e incomodar os chatos
latir como cachorros, cacarejar como um galo!
Vem, me dê a mão
somos crianças de novo
nada nos prende a convenções
podemos ser o que quisermos
dançar na chuva e andar de chinelos
Vem, eu te levo nos meus embalos
te faço sorrir e te acalmo
com meu jeito bobo de te provocar
meu entrego toda, sem esitar
Vem, me dê a mão
Hoje é dia de sermos nós dois
É dia de ser feliz!
Vamos nos sentar na calçada,
contar histórias sem nexo,
cantar músicas tresloucadas
Vem, me leva pela madrugada dos teus olhos
conte seus sonhos inconfessáveis
vamos rir alto e incomodar os chatos
latir como cachorros, cacarejar como um galo!
Vem, me dê a mão
somos crianças de novo
nada nos prende a convenções
podemos ser o que quisermos
dançar na chuva e andar de chinelos
Vem, eu te levo nos meus embalos
te faço sorrir e te acalmo
com meu jeito bobo de te provocar
meu entrego toda, sem esitar
Vem, me dê a mão
Hoje é dia de sermos nós dois
É dia de ser feliz!
Ao dindo com carinho
Eu acredito que tudo vai dar certo. Quando tiver que dar. Tudo faz parte da caminhada. Todos os entreveros são aprendizados que nos preparam para o que teremos pela frente.
No ritual indigena de transição da fase de criança para adulto, os jovens passam por situações dolorosas que objetivam provar sua coragem. São provas que deixam cicatrizes profundas no corpo. Ao provar sua coragem eles são considerados merecedores de pertencerem ao circulo adulto. E suas cicatrizes ficam na pele como lembretes do que passaram para chegar a tal status e os principios aos quais ele deve seguir e defender.
Nós passamos por provas ferrenhas que nos são impostas todos os dias. E quando reclamamos do sofrimento nos dizem que isso faz parte do amadurecimento. Levamos cicatrizes no coração e na alma, muito além do corpo que nos lembram que devemos agir diferente, nos lembram dos valores que a vida foi lapidando, situação a situação. Nos lembram da trajetória que seguimos para nos tornar-mos quem somos hoje.
A gente passa por tanta coisa sem sentido nessa vida. Porém, lá na frente, quando buscamos dentro de nós mesmos saber onde aprendemos tal coisa? quando foi que eu fiquei assim? como foi que eu soube disso? Lá está ela, a cicatriz escondidinha."Ah! foi nesse dia...." E o alinhamento dos astros acontece, tudo fica explicado!
Muito sofrimento é "desviável" porém, outros tantos são inevitáveis. Fazem parte da construção do nosso EU.
Hoje estou orgulhosa de alguém que amo muito. Está ousando, se abrindo, indo em frente pelo que acredita. Olhou pra trás e viu que tudo que passou foi importante para ele chegar onde está hoje, saber o que sabe hoje...
Está saindo da estabilidade pra depender mais de sí mesmo. É ato de coragem e de amadurecimento.Confiança em sí mesmo. Humildade para aprender. Passos importantes em direção ao sucesso...
No ritual indigena de transição da fase de criança para adulto, os jovens passam por situações dolorosas que objetivam provar sua coragem. São provas que deixam cicatrizes profundas no corpo. Ao provar sua coragem eles são considerados merecedores de pertencerem ao circulo adulto. E suas cicatrizes ficam na pele como lembretes do que passaram para chegar a tal status e os principios aos quais ele deve seguir e defender.
Nós passamos por provas ferrenhas que nos são impostas todos os dias. E quando reclamamos do sofrimento nos dizem que isso faz parte do amadurecimento. Levamos cicatrizes no coração e na alma, muito além do corpo que nos lembram que devemos agir diferente, nos lembram dos valores que a vida foi lapidando, situação a situação. Nos lembram da trajetória que seguimos para nos tornar-mos quem somos hoje.
A gente passa por tanta coisa sem sentido nessa vida. Porém, lá na frente, quando buscamos dentro de nós mesmos saber onde aprendemos tal coisa? quando foi que eu fiquei assim? como foi que eu soube disso? Lá está ela, a cicatriz escondidinha."Ah! foi nesse dia...." E o alinhamento dos astros acontece, tudo fica explicado!
Muito sofrimento é "desviável" porém, outros tantos são inevitáveis. Fazem parte da construção do nosso EU.
Hoje estou orgulhosa de alguém que amo muito. Está ousando, se abrindo, indo em frente pelo que acredita. Olhou pra trás e viu que tudo que passou foi importante para ele chegar onde está hoje, saber o que sabe hoje...
Está saindo da estabilidade pra depender mais de sí mesmo. É ato de coragem e de amadurecimento.Confiança em sí mesmo. Humildade para aprender. Passos importantes em direção ao sucesso...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Reminiscências
Estou pensando, pensando muito nos últimos dias.
Aquelas reflexões de final de ano, de recomeço...Confesso que nem todos os pensamentos são agradáveis. A maioria não é.
Acho que esse ano vivenciei a coisa do ciclo. Ciclos bons e ciclos ruins. Ciclos de alegria e ciclos de sofrimento.
Fiz um balanço do ano todo, fio a fio. E no final do meu balancete, cheguei a conclusões que me fizeram temer ser ingrata e injusta.
Não estou reclamando, apenas constatando. Tem coisas difíceis de se recuperar não tem? Principalmente as subjetivas, as sentimentais...as sensações que eram todas minhas, partes de mim, agora parecem foragidas. Não encontro em lugar algum! E olha que ando procurando aqui dentro hein!
Esse ano o ar ficou pesado, denso mesmo. Lembro de dias em que era difícil respirar, sobreviver era o máximo que eu podia fazer. Não foram poucos esses momentos. Mas eu teimei e continuei caminhando, em marcha lenta, em ritmo de ferido, mas continuei.
Tive momentos bons, felizes também, é claro. Amigos. Percebi, descobri, entendi meus caros e inestimáveis amigos. Cada um a seu modo me deu colo, carinho, apoio e atenção. Cada um deles me ajudou a continuar caminhando até que o ar se tornase mais respirável.
Houve o reencontro, a redescoberta, um certo renascer. Foi importante também. Muito importante.
Mas no saldo total ainda sinto falta daquela coisinhas, aquelas sensações, emoções, sentimentos tão valorosos quanto peculiares da minha natureza, que fazem ser quem eu sou, ou era, sei lá.
Acho que é por isso que me sinto desequilibrada as vezes, pendendo pra lugares que não quero ir, pra coisas que não quero ser, não quero fazer, não quero sentir...
No fundo, no fundo, sabe o que eu queria esse ano? Eu queria aquele momento mágico de "....". Isso mesmo, de ficar sem ar, sem palavras de sentir o peito explodir de felicidade, em que tudo parece fazer sentido em que as coisas parecem estar exatamente no local exato. Aquele momento de perfeição, que não se esquece, que se vive e revive na memória, no coração, na emoção milhares e milhares de vezes no decorrer da vida...
Ah! Se eu pudesse escolher qualquer coisa do mundo inteiro era esse meu presente! Um momento mágico, doce, singelo mesmo, mas cheio de significado, de representação, de amor, de vida, de luz. E esse instante seria tão forte e tão perfeito que apagaria da minha alma toda e qualquer marca de tristeza, desilução ou sofrimento que eu vivi esse ano, porque toda a vez que eu me lembrasse dele ele se tornaria ainda mais lindo e poderoso, faria meu coração disparar e sentir como se borboletas voassem no meu estômago...
Em apenas um instante...
Aquelas reflexões de final de ano, de recomeço...Confesso que nem todos os pensamentos são agradáveis. A maioria não é.
Acho que esse ano vivenciei a coisa do ciclo. Ciclos bons e ciclos ruins. Ciclos de alegria e ciclos de sofrimento.
Fiz um balanço do ano todo, fio a fio. E no final do meu balancete, cheguei a conclusões que me fizeram temer ser ingrata e injusta.
Não estou reclamando, apenas constatando. Tem coisas difíceis de se recuperar não tem? Principalmente as subjetivas, as sentimentais...as sensações que eram todas minhas, partes de mim, agora parecem foragidas. Não encontro em lugar algum! E olha que ando procurando aqui dentro hein!
Esse ano o ar ficou pesado, denso mesmo. Lembro de dias em que era difícil respirar, sobreviver era o máximo que eu podia fazer. Não foram poucos esses momentos. Mas eu teimei e continuei caminhando, em marcha lenta, em ritmo de ferido, mas continuei.
Tive momentos bons, felizes também, é claro. Amigos. Percebi, descobri, entendi meus caros e inestimáveis amigos. Cada um a seu modo me deu colo, carinho, apoio e atenção. Cada um deles me ajudou a continuar caminhando até que o ar se tornase mais respirável.
Houve o reencontro, a redescoberta, um certo renascer. Foi importante também. Muito importante.
Mas no saldo total ainda sinto falta daquela coisinhas, aquelas sensações, emoções, sentimentos tão valorosos quanto peculiares da minha natureza, que fazem ser quem eu sou, ou era, sei lá.
Acho que é por isso que me sinto desequilibrada as vezes, pendendo pra lugares que não quero ir, pra coisas que não quero ser, não quero fazer, não quero sentir...
No fundo, no fundo, sabe o que eu queria esse ano? Eu queria aquele momento mágico de "....". Isso mesmo, de ficar sem ar, sem palavras de sentir o peito explodir de felicidade, em que tudo parece fazer sentido em que as coisas parecem estar exatamente no local exato. Aquele momento de perfeição, que não se esquece, que se vive e revive na memória, no coração, na emoção milhares e milhares de vezes no decorrer da vida...
Ah! Se eu pudesse escolher qualquer coisa do mundo inteiro era esse meu presente! Um momento mágico, doce, singelo mesmo, mas cheio de significado, de representação, de amor, de vida, de luz. E esse instante seria tão forte e tão perfeito que apagaria da minha alma toda e qualquer marca de tristeza, desilução ou sofrimento que eu vivi esse ano, porque toda a vez que eu me lembrasse dele ele se tornaria ainda mais lindo e poderoso, faria meu coração disparar e sentir como se borboletas voassem no meu estômago...
Em apenas um instante...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Se
Me disseram pra não bancar a super mulher.
Me disseram pra não suportar a dor como eu suporto.
Me disseram que não preciso ser forte o tempo todo.
Mas se eu tirar a armadura, relaxar os músculos, descansar o sorriso...
quem serei eu?
Eu sou assim.
Eu enfrento a dor, vivo apesar dela.
Eu sou forte. Eu sou batalhadora.
Eu tenho um sorriso fácil, de quem não reclama da vida.
Eu recebe, aceito e vou em frente.
A despeito do que aconteceu.
Acredito que preciso ser mais forte que a dor, senão ela me derrota.
Acredito que tenho que ir além das minhas forças e batalhar pelo que eu quero.
Acredito que tenho que ser forte, muito forte para perdoar tudo e todos que eu perdôo. Inclusive a mim mesma.
Acredito que o sorriso vale mais que um rosto carrancudo de quem faz questão de se mostrar vitima da vida. O sorriso ilumina a vida e torna as coisas mais leves.
Acredito que ao aceitar um acontecimento não estou sendo conformada, apenas aprendendo o que tenho que aprender e seguindo a vida, com uma lição a mais...
Eu sou assim.
Eu acredito nessas coisas.
Eu sou assim :)
Me disseram pra não suportar a dor como eu suporto.
Me disseram que não preciso ser forte o tempo todo.
Mas se eu tirar a armadura, relaxar os músculos, descansar o sorriso...
quem serei eu?
Eu sou assim.
Eu enfrento a dor, vivo apesar dela.
Eu sou forte. Eu sou batalhadora.
Eu tenho um sorriso fácil, de quem não reclama da vida.
Eu recebe, aceito e vou em frente.
A despeito do que aconteceu.
Acredito que preciso ser mais forte que a dor, senão ela me derrota.
Acredito que tenho que ir além das minhas forças e batalhar pelo que eu quero.
Acredito que tenho que ser forte, muito forte para perdoar tudo e todos que eu perdôo. Inclusive a mim mesma.
Acredito que o sorriso vale mais que um rosto carrancudo de quem faz questão de se mostrar vitima da vida. O sorriso ilumina a vida e torna as coisas mais leves.
Acredito que ao aceitar um acontecimento não estou sendo conformada, apenas aprendendo o que tenho que aprender e seguindo a vida, com uma lição a mais...
Eu sou assim.
Eu acredito nessas coisas.
Eu sou assim :)
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Educação
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